quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Devaneios !...

Devaneios !... 

De vãs ilusões já vivi, na vida 
E de falsas recordações, sofri 
Meu fado, não enfada, nem convida 
Mimos do pensamento em que te vi 

Meus fados, pranto à margem fria 
Inoportuna razão que me mitigas 
Palpando o vento, nesta fantasia 
Num mundo falso, cheio de intrigas 

No qual viajo, cheio d’ indiferença 
Em ilusão, subo ao cume da glória 
Aguardo em ti, extrema recompensa 

Mil vezes te lembrei, nelas te beijei 
Manejo a lei da sorte, viro a estória. 
Meu bem sem cura, é mal qu’em mim criei 

São Paulo, 14/03/2012 
(data da criação)
Armando A. C. Garcia 

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Mantenha a autoria do poema


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