terça-feira, 20 de outubro de 2015

Sorte inaceitável

Sorte inaceitável

Foi minha companheira inseparável
A vida pesada e dura do destino
Caminhei como errante peregrino
Ao rigor duma sorte inaceitável

E lembro-me, ainda, quando menino
Que nas festas enchia-me de tristeza
Coberto pelo manto da incerteza
Que não me deixava ver o Ser Divino

Choro ainda, o rigor do desatino
Dos dias sombrios, inda menino
Que o rude destino me reservou

A minha vida, numa pesada luta
Abraçado a força tenaz e bruta,
Que Jesus que aos poucos a aplacou 

São Paulo, 14/10/2015 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia

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