terça-feira, 6 de outubro de 2015

Alma de Poeta

Alma de Poeta

De poeta não tenho a veia que lastreia
Nem a sensibilidade que permeia
Vil pensador de mil deidades,
Se algum talento cabe às entidades

Bebendo das musas num só momento
Os suaves eflúvios de meus versos
Lavra que de dia em dia intento,
Poder com simpatia ver expressos

Beija flor que adeja o lúcido momento
De sugar o néctar divino da flor
Sonho solto que aninha o pensamento

Doce lembrança, linda recompensa
Encanto meu, fruto de real valor
Cume da glória, desejo de quem pensa.

Armando A. C. Garcia
São Paulo, 23/11/2005 (data da criação)

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