Diz ! (soneto) - 26-01-2026
Diz, como outrora sempre me dizias
Eu te amo, e serei tua eternamente.
O tempo passa, e no decorrer dos dias,
Vi que tudo, era metaforicamente.
Diz, que esqueceste integralmente
O sentido da palavra proferida,
A consciência no momento era ausente,
E não podias aguardar ser esquecida.
Diz, que o amor é imprevidente
Insensato, delirante e aloucado,
Diz, que não amavas verdadeiramente,
Diz, que teu amor era
aparente
Para
passar momentos abraçado,
Mesmo
estando o teu amor ausente!
São Paulo, 26/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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