quinta-feira, 11 de junho de 2026

𝕮𝖆𝖒õ𝖊𝖘 ! – 1𝟎/𝟎𝟕/𝟐𝟎𝟐𝟔

 𝕮𝖆𝖒õ𝖊𝖘 ! – 1𝟎/𝟎𝟕/𝟐𝟎𝟐𝟔


𝕺𝖍! 𝕿𝖚, 𝖖𝖚𝖊 𝖈𝖆𝖓𝖙𝖆𝖘𝖙𝖊 𝖊𝖒 𝖓𝖔𝖇𝖗𝖊 𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆

𝕺𝖘 𝖋𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖍𝖊𝖗𝖔𝖎𝖈𝖔𝖘 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖛𝖔 𝖕𝖔𝖗𝖙𝖚𝖌𝖚ê𝖘,

𝕼𝖚𝖊𝖗𝖔 𝖘𝖆𝖚𝖉𝖆𝖗-𝖙𝖊 𝖊 𝖌𝖑𝖔𝖗𝖎𝖋𝖎𝖈𝖆-𝖙𝖊 𝖓𝖊𝖘𝖙𝖊 𝖉𝖎𝖆

𝕼𝖚𝖊 é 𝖔 𝖉𝖎𝖆, 𝖓𝖔 𝖒𝖆𝖎𝖘 𝖆𝖑𝖙𝖎𝖛𝖔 𝖕𝖔𝖗𝖙𝖚𝖌𝖚ê𝖘.


𝕷𝖚𝖎𝖟 𝖁𝖆𝖗 𝖉𝖊 𝕮𝖆𝖒õ𝖊𝖘, 𝖕𝖔𝖊𝖙𝖆 𝖊 𝖘𝖔𝖑𝖉𝖆𝖉𝖔

𝕿𝖚 𝖋𝖔𝖘𝖙𝖊 𝖔 𝖊𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙𝖔𝖗 𝖒𝖆𝖎𝖘 𝖎𝖒𝖕𝖔𝖗𝖙𝖆𝖓𝖙𝖊,

𝕯𝖆 𝖑í𝖓𝖌𝖚𝖆 𝖕á𝖙𝖗𝖎𝖆, 𝖔 𝖊𝖝𝖕𝖔𝖊𝖓𝖙𝖊 𝖊𝖑𝖊𝖛𝖆𝖉𝖔

𝕿𝖚 𝖔𝖇𝖗𝖆 𝖔𝖘 𝕷𝖚𝖘í𝖆𝖉𝖆𝖘, é 𝖇𝖗𝖎𝖑𝖍𝖆𝖓𝖙𝖊!


𝕷𝖎𝖛𝖗𝖔 é𝖕𝖎𝖈𝖔 𝖖𝖚𝖊 𝖕𝖗𝖔𝖉𝖚𝖟 𝖆 𝖓𝖆𝖗𝖗𝖆çã𝖔

𝕰𝖒 𝖛𝖊𝖗𝖘𝖔𝖘, 𝖆 𝖌𝖗𝖆𝖓𝖉𝖎𝖔𝖘𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊 𝖉𝖔𝖘 𝖋𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘,

𝕯𝖔𝖘 𝖎𝖓𝖙𝖗é𝖕𝖎𝖉𝖔𝖘 𝖘𝖔𝖑𝖉𝖆𝖉𝖔𝖘 𝖉𝖆 𝖓𝖆çã𝖔 !


𝕾𝖚𝖆 𝖔𝖇𝖗𝖆 𝖌𝖎𝖌𝖆𝖓𝖙𝖊, 𝖈𝖔𝖒𝖔 𝖌𝖎𝖌𝖆𝖓𝖙𝖊𝖘 𝖔𝖘 𝖋𝖆𝖙𝖔𝖘

𝕽𝖊𝖕𝖊𝖗𝖈𝖚𝖙𝖎𝖓𝖉𝖔 𝖓𝖔 𝖒𝖚𝖓𝖉𝖔 𝖊𝖑𝖊𝖛𝖆𝖉𝖆 𝖊𝖛𝖔𝖑𝖚çã𝖔,,

𝕯𝖊𝖎𝖝𝖆𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖙𝖔𝖉𝖔𝖘 𝖒𝖚𝖎𝖙𝖔 𝖊𝖘𝖙𝖚𝖕𝖊𝖋𝖆𝖙𝖔𝖘 !


𝕾ã𝖔 𝕻𝖆𝖚𝖑𝖔, 1𝟎/𝟎𝟕/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝖉𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖆 𝖈𝖗𝖎𝖆çã𝖔)

𝕬𝖗𝖒𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕬. 𝕮. 𝕲𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆 –

 

𝕹𝖔 𝕱𝖆𝖈𝖊𝖇𝖔𝖔𝖐 𝖔𝖚 𝖁𝖎𝖘𝖎𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚𝖘 𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘:

𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒

𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖈𝖗𝖎𝖆𝖓𝖈𝖆𝖘𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒

𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖕𝖗𝖊𝖑𝖚𝖉𝖎𝖔𝖉𝖊𝖘𝖔𝖓𝖊𝖙𝖔𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒

𝖀𝖘𝖎𝖓𝖆 𝖉𝖊 𝕷𝖊𝖙𝖗𝖆𝖘

𝕰 𝕮𝖆𝖓𝖆𝖑 𝖓𝖔 𝖂𝖍𝖆𝖙𝖘𝕬𝖕𝖕: 𝕭𝖗𝖎𝖘𝖆 𝖉𝖆 𝕻𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆


𝕯𝖎𝖗𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖆𝖎𝖘 𝖗𝖊𝖌𝖎𝖘𝖙𝖗𝖆𝖉𝖔𝖘

𝕸𝖆𝖓𝖙𝖊𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆 – 𝕻𝖔𝖉𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗


quarta-feira, 3 de junho de 2026

· Cicatrizes ...


·     Cicatrizes ... (soneto) - 02/12/2012 

 

·         Minhas dores e lamentações, não escutas

·         Que acontece com teu pobre coração...

·         Consequências na troca de permutas

·         A exigir paciência ou resignação !

 

·         Sem olor a fragrância dos perfumes

·         Que exalavas na doçura do beijo,

·         Inúteis as palavras que resumes

·         Sendo nada, não são o que almejo.

 

·         Escondo no peito os prantos sentidos

·         Em segredo preservo a dor do desamor,

·         No meu ser, há desejos incontidos,

 

·         Cicatrizes que meus sonhos marcaram

·         Quando desabrochavam com esplendor,

·         Teu desamor. Minhas esperanças secaram.

 

·         São Paulo, 02/12/2012 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

 

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...do imenso mar !

 

..   ...do imenso mar ! 

 

·       Com certa magia a lua reflete

·       Nas águas profundas do imenso mar,

·       Quase sem vento a luz se inflecte

·       Na luz que do céu, provém do luar.

 

·       Certa fragrância, as ondas carregam

·       Na praia deserta, suspiros sem fim...

·       Nas areias da praia, que tudo abnegam

·       Um cheiro tão doce, parece jasmim.

 

·       Noite tão calma, silêncio profundo,

·       Caminha sozinho, na praia jardim,

·       Sem violar sossego, nem paz ao mundo,

 

·       Curtindo a mágoa do fim de um amor,

·       Nas águas do mar, deságua por fim...

·       As dores que mutilam, aquele sonhador !

·      
São Paulo, 18/07/2013 (data da criação)

·       Armando A. C. Garcia

 

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Transviamento

Transviamento – (soneto)  -  26/05/2026

 

A tua face que outrora me fascinava

E teus olhos, com a florescência dos lírios,

Esse conjunto que antes me encantava,

Tão grandes delírios. São hoje martírios.

 

Pesaroso, quedo-me a pensar, e pasmo

Na sombra abantesma que o amor comeu,

Não sei como fui refugiar-me no sarcasmo

Desse amor, que em nenhum dia foi meu.

 

E entre os escombros da trevosa agrura

Não vejo mais, a esplendorosa figura

Que encantou e fascinou meu coração !

 

Ante a ignomínia de teus vis abusos

Na estática do nada, são ditos confusos.

Que após morte, Não te perdoarão !

 

São Paulo, 26/05/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Certa, certamente !

Certa, certamente ! – (soneto) 03-06-2026

 

Certa, mui certamente, em ti menina

Encontrei afinal um grande amor,

Eras tu, minha sombra peregrina

No clarão da madrugada, a se antepor.

 

Em suma, o lampejo ascendeu

O subconsciente de meus desejos,

Cálidos, e a esperança não morreu,

Venci as tempestades nos ensejos.

 

De tantos, entretantos, finalmente,

Não obstante o vazio do meu eu,

Senti que a aspiração certamente,

 

Havia transposto o subconsciente

Fulminando desejo recalcado meu,

E foi de encontro ao amor imanente!

 

São Paulo, 03/06/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Anseio misterioso !

 Anseio misterioso !  -  (soneto)  17/04/2026

 

Chora, lamenta o coração sofrido

Caminha dolente, nutre saudade,

Do amor e do afeto perdido

Nos tempos da saudosa mocidade.

 

O amor é afeição e amizade

Confiança, lealdade e respeito,

Dedicação[S1]  e carinho de verdade,

Coração a pulsar, dentro do peito.

 

É um sentimento esplendoroso

De ternura, simpatia e desejo,

Anseio, direi até misterioso  !

 

Só quem ama curte esse anseio,

E esse desejo constante permanente.

Quem ama, segue em frente sem receio.

 

São Paulo, 17/04/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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 [S1]

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Diz ! (soneto)

Diz ! (soneto)  - 26-01-2026

 

Diz, como outrora sempre me dizias

Eu te amo, e serei tua eternamente.

O tempo passa, e no decorrer dos dias,

Vi que tudo, era metaforicamente.

 

Diz, que esqueceste integralmente

O sentido da palavra proferida,

A consciência no momento era ausente,

E não podias aguardar ser esquecida.

 

Diz, que o amor é imprevidente

Insensato, delirante e aloucado,

Diz, que não amavas verdadeiramente,

 

Diz, que teu amor era aparente

Para passar momentos abraçado,

Mesmo estando o teu amor ausente!

 

São Paulo, 26/01/2026 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 

 

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