Certa, certamente ! – (soneto) 03-06-2026
Certa, mui
certamente, em ti menina
Encontrei afinal um
grande amor,
Eras tu, minha
sombra peregrina
No clarão da
madrugada, a se antepor.
Em suma, o lampejo
ascendeu
O subconsciente de
meus desejos,
Cálidos, e a
esperança não morreu,
Venci as
tempestades nos ensejos.
De tantos,
entretantos, finalmente,
Não obstante o
vazio do meu eu,
Senti que a aspiração
certamente,
Havia transposto o subconsciente
Fulminando desejo recalcado meu,
E foi de encontro ao amor imanente!
São Paulo, 03/06/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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