sábado, 25 de julho de 2026

Inconstância sórdida (soneto)

 Inconstância sórdida (soneto)

 

No véu do esquecimento sepultou

Baldada em vão na treva expressa,

Olvidar o sentimento que alinhou

Ao juramento em sua promessa,

 

Face sua inconstância sórdida dolente,

Morreu todo seu empenho sem porfia,

Ainda hoje não a esqueceu, certamente

E ela, deixou-o queda, silente e fria.

 

Hoje, defuntos os seus sonhos de amor

Que sepultou indiferente e a sorrir,

Com o bálsamo sutil do fel do agror.

 

Degenerou transformando o porvir,

Num ideal de tortura e de saudade,

Vez que a dor sem fim, pode prosseguir !

 

22/01/2022 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 


Visite meus Blogs: 
http://brisadapoesia.blogspot.com 
http://preludiodesonetos.blogspot.com           
http://criancaspoesias.blogspot.com

                                                                               

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário