quarta-feira, 3 de junho de 2026

· Cicatrizes ...


·     Cicatrizes ... (soneto) - 02/12/2012 

 

·         Minhas dores e lamentações, não escutas

·         Que acontece com teu pobre coração...

·         Consequências na troca de permutas

·         A exigir paciência ou resignação !

 

·         Sem olor a fragrância dos perfumes

·         Que exalavas na doçura do beijo,

·         Inúteis as palavras que resumes

·         Sendo nada, não são o que almejo.

 

·         Escondo no peito os prantos sentidos

·         Em segredo preservo a dor do desamor,

·         No meu ser, há desejos incontidos,

 

·         Cicatrizes que meus sonhos marcaram

·         Quando desabrochavam com esplendor,

·         Teu desamor. Minhas esperanças secaram.

 

·         São Paulo, 02/12/2012 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

 

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...do imenso mar !

 

..   ...do imenso mar ! 

 

·       Com certa magia a lua reflete

·       Nas águas profundas do imenso mar,

·       Quase sem vento a luz se inflecte

·       Na luz que do céu, provém do luar.

 

·       Certa fragrância, as ondas carregam

·       Na praia deserta, suspiros sem fim...

·       Nas areias da praia, que tudo abnegam

·       Um cheiro tão doce, parece jasmim.

 

·       Noite tão calma, silêncio profundo,

·       Caminha sozinho, na praia jardim,

·       Sem violar sossego, nem paz ao mundo,

 

·       Curtindo a mágoa do fim de um amor,

·       Nas águas do mar, deságua por fim...

·       As dores que mutilam, aquele sonhador !

·      
São Paulo, 18/07/2013 (data da criação)

·       Armando A. C. Garcia

 

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Transviamento

Transviamento – (soneto)  -  26/05/2026

 

A tua face que outrora me fascinava

E teus olhos, com a florescência dos lírios,

Esse conjunto que antes me encantava,

Tão grandes delírios. São hoje martírios.

 

Pesaroso, quedo-me a pensar, e pasmo

Na sombra abantesma que o amor comeu,

Não sei como fui refugiar-me no sarcasmo

Desse amor, que em nenhum dia foi meu.

 

E entre os escombros da trevosa agrura

Não vejo mais, a esplendorosa figura

Que encantou e fascinou meu coração !

 

Ante a ignomínia de teus vis abusos

Na estática do nada, são ditos confusos.

Que após morte, Não te perdoarão !

 

São Paulo, 26/05/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Certa, certamente !

Certa, certamente ! – (soneto) 03-06-2026

 

Certa, mui certamente, em ti menina

Encontrei afinal um grande amor,

Eras tu, minha sombra peregrina

No clarão da madrugada, a se antepor.

 

Em suma, o lampejo ascendeu

O subconsciente de meus desejos,

Cálidos, e a esperança não morreu,

Venci as tempestades nos ensejos.

 

De tantos, entretantos, finalmente,

Não obstante o vazio do meu eu,

Senti que a aspiração certamente,

 

Havia transposto o subconsciente

Fulminando desejo recalcado meu,

E foi de encontro ao amor imanente!

 

São Paulo, 03/06/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Anseio misterioso !

 Anseio misterioso !  -  (soneto)  17/04/2026

 

Chora, lamenta o coração sofrido

Caminha dolente, nutre saudade,

Do amor e do afeto perdido

Nos tempos da saudosa mocidade.

 

O amor é afeição e amizade

Confiança, lealdade e respeito,

Dedicação[S1]  e carinho de verdade,

Coração a pulsar, dentro do peito.

 

É um sentimento esplendoroso

De ternura, simpatia e desejo,

Anseio, direi até misterioso  !

 

Só quem ama curte esse anseio,

E esse desejo constante permanente.

Quem ama, segue em frente sem receio.

 

São Paulo, 17/04/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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 [S1]

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Diz ! (soneto)

Diz ! (soneto)  - 26-01-2026

 

Diz, como outrora sempre me dizias

Eu te amo, e serei tua eternamente.

O tempo passa, e no decorrer dos dias,

Vi que tudo, era metaforicamente.

 

Diz, que esqueceste integralmente

O sentido da palavra proferida,

A consciência no momento era ausente,

E não podias aguardar ser esquecida.

 

Diz, que o amor é imprevidente

Insensato, delirante e aloucado,

Diz, que não amavas verdadeiramente,

 

Diz, que teu amor era aparente

Para passar momentos abraçado,

Mesmo estando o teu amor ausente!

 

São Paulo, 26/01/2026 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 

 

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quinta-feira, 13 de novembro de 2025

𝙊 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙣𝙙𝙖𝙫𝙖 𝙙𝙚𝙨𝙜𝙖𝙧𝙧𝙖𝙙𝙤.

 𝙊 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙣𝙙𝙖𝙫𝙖 𝙙𝙚𝙨𝙜𝙖𝙧𝙧𝙖𝙙𝙤. – 13-11-2025  (𝙨𝙤𝙣𝙚𝙩𝙤)


𝙀𝙇𝙀, 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙤 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙞𝙢𝙥𝙚𝙩𝙪𝙤𝙨𝙤 𝙙𝙖 𝙖𝙡𝙢𝙖,

𝘾𝙤𝙢 𝙘𝙖𝙧𝙞𝙣𝙝𝙤 𝙚 𝙖𝙢𝙤𝙧 𝙝á 𝙙𝙚𝙙𝙞𝙘𝙖𝙙𝙤.

𝘼 𝙥𝙖𝙯, 𝙙𝙚 𝙨𝙪𝙖 𝙞𝙢𝙚𝙣𝙨𝙖 𝙚 𝙩𝙚𝙧𝙣𝙖 𝙘𝙖𝙡𝙢𝙖,

𝙋𝙧𝙖 𝙘𝙤𝙣𝙙𝙪𝙯𝙞𝙧 𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙣𝙙𝙖𝙫𝙖 𝙙𝙚𝙨𝙜𝙖𝙧𝙧𝙖𝙙𝙤.


𝘾𝙤𝙢 𝙨𝙪𝙖𝙨 𝙢ã𝙤𝙨 𝙙𝙚 𝙢𝙖𝙩é𝙧𝙞𝙖 𝙞𝙢𝙥𝙤𝙣𝙚𝙣𝙩𝙚,

𝘾𝙝𝙚𝙞𝙖𝙨 𝙙𝙚 𝙡𝙪𝙯, 𝙩𝙧𝙖𝙣𝙦𝙪𝙞𝙡𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚 𝙚 𝙖çã𝙤.

- 𝙑𝙤𝙡𝙩𝙖𝙧-𝙨𝙚-á 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝘿𝙚𝙪𝙨, 𝙘𝙚𝙧𝙩𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚,

𝙊 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙣𝙙𝙖𝙫𝙖 𝙚𝙭𝙩𝙧𝙖𝙫𝙞𝙖𝙙𝙤 𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙧𝙖𝙢ã𝙤.


𝙑𝙤𝙡𝙩𝙖𝙧á, 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙫𝙤𝙡𝙩𝙤𝙪 𝙤 𝙛𝙞𝙡𝙝𝙤 𝙥𝙧𝙤𝙙𝙞𝙜𝙤.

𝙁𝙤𝙧𝙖 𝙙𝙖 𝙡𝙪𝙯, 𝙩ã𝙤 𝙨𝙤𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙝á 𝙩𝙧𝙚𝙫𝙖𝙨/

- 𝘼𝙨 𝙧𝙚𝙜𝙧𝙖𝙨 𝙚 𝙥𝙧𝙚𝙘𝙚𝙞𝙩𝙤𝙨, 𝙨ã𝙤 𝙪𝙢 𝙘ó𝙙𝙞𝙜𝙤


𝙊𝙣𝙙𝙚 𝙨𝙚 𝙙𝙚𝙫𝙚 𝙥𝙖𝙪𝙩𝙖𝙧 𝙤 𝙞𝙣𝙙𝙞𝙫í𝙙𝙪𝙤,

𝙉𝙤 𝙘𝙚𝙧𝙣𝙚 𝙙𝙚 𝙖𝙡𝙜𝙤 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙞𝙨𝙩𝙚𝙣𝙩𝙚.

𝘾𝙤𝙢 𝙖𝙛𝙞𝙣𝙘𝙤 𝙚 𝙚𝙨𝙛𝙤𝙧ç𝙤 𝙖𝙨𝙨í𝙙𝙪𝙤!


𝙎ã𝙤 𝙋𝙖𝙪𝙡𝙤, 13/11/2025 (𝙙𝙖𝙩𝙖 𝙙𝙖 𝙘𝙧𝙞𝙖çã𝙤)

𝘼𝙧𝙢𝙖𝙣𝙙𝙤 𝘼. 𝘾. 𝙂𝙖𝙧𝙘𝙞𝙖


𝙉𝙤 𝙁𝙖𝙘𝙚𝙗𝙤𝙤𝙠 𝙤𝙪 𝙑𝙞𝙨𝙞𝙩𝙚 𝙢𝙚𝙪𝙨 𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨:

𝙝𝙩𝙩𝙥://𝙗𝙧𝙞𝙨𝙖𝙙𝙖𝙥𝙤𝙚𝙨𝙞𝙖.𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨𝙥𝙤𝙩.𝙘𝙤𝙢

𝙝𝙩𝙩𝙥://𝙘𝙧𝙞𝙖𝙣𝙘𝙖𝙨𝙥𝙤𝙚𝙨𝙞𝙖𝙨.𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨𝙥𝙤𝙩.𝙘𝙤𝙢

𝙝𝙩𝙩𝙥://𝙥𝙧𝙚𝙡𝙪𝙙𝙞𝙤𝙙𝙚𝙨𝙤𝙣𝙚𝙩𝙤𝙨.𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨𝙥𝙤𝙩.𝙘𝙤𝙢

𝙀 𝘾𝙖𝙣𝙖𝙡 𝙣𝙤 𝙒𝙝𝙖𝙩𝙨𝘼𝙥𝙥: 𝘽𝙧𝙞𝙨𝙖 𝙙𝙖 𝙋𝙤𝙚𝙨𝙞𝙖


𝘿𝙞𝙧𝙚𝙞𝙩𝙤𝙨 𝙖𝙪𝙩𝙤𝙧𝙖𝙞𝙨 𝙧𝙚𝙜𝙞𝙨𝙩𝙧𝙖𝙙𝙤𝙨

𝙈𝙖𝙣𝙩𝙚𝙣𝙙𝙤 𝙖 𝙖𝙪𝙩𝙤𝙧𝙞𝙖 𝙙𝙤 𝙥𝙤𝙚𝙢𝙖 – 𝙋𝙤𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙖𝙧𝙩𝙞𝙡𝙝𝙖𝙧